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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Livros Lidos em Abril

Olá leitores, como vão? Digamos que apesar de tudo, Abril foi um mês produtivo. Foram muitos capítulos avulsos dos livros da faculdade, fora artigos e matérias, além dos meus bons e velhos livros. Só agora fui perceber que todos eles tinha algum detalhe dessa cor tão forte: o vermelho. Se eu tivesse combinado antes eu não conseguiria ter lido todos! 


Dois desses eu só consegui terminar com a ajudinha de uma maratona literária, que durou 24 horas. Neste post aqui eu conto como foi, em que ritmo li e o que achei de ter participado. Nessa maratona eu conclui Em Chamas, segundo livro da Trilogia Jogos Vorazes e Uma Praça em Antuérpia. Já Os Quatro Grande eu li no início do mês, na faculdade mesmo.

Achei que esse segundo livro da Suzanne Collins um pouco fraco comparado ao primeiro. Embora tivesse todo um mistério por trás da história, Em Chamas foi muito parado. Fora que deixou muita coisa no ar, coisas que poderiam ter sido explicadas ainda neste livro. Eu esperava mais desse livro, o enredo foi muito superficial. Espero que em A Esperança seja melhor.


Uma Praça em Antuérpia foi um mimo da Editora Record, tem resenha dele aqui. Esse é um livro extremamente carregado de emoções, sejam elas boas ou ruins. Como sou uma pessoa muito sentimental, eu sorri e chorei com os protagonistas. É impressionante a capacidade que a Luize teve de fazer com que o leitor se identificasse com cada personagem. 

Em meio a Segunda Guerra, uma família busca fugir das garras do Reich. Apesar de terem sido tomadas todas as suas coisas, o amor e a perseverança permaneceram. Mesmo diante de todas as dificuldades, eles tinham um ao outro. Uma Praça em Antuérpia foi sem dúvida o meu preferido neste mês de Abril.


Os Quatro Grandes, da rainha do crime Agatha Christie, não poderia ser diferente dos outros livros que li dela. Não digo isso apenas porque ela é minha escritora preferida, e sim porque fiquei impressionada com esse livro. Cercado de mistérios e descobertas, esse enredo prende o leitor, e é preciso que estejamos bem atentos para acompanhar as reviravoltas que acontecem.

Em Os Quatro Grandes, Agatha nos presenteia com sua inteligência. Nos deixando várias vezes sem folego com a rapidez de certos acontecimentos, embora em alguns trechos a velocidade é tão rara que quase abandonamos o livro. Apesar de tanta informação em alguns capítulos e um pouco de enrolação em outros, o livro não deixa a desejar.

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