Título: Marianas, a civilização dos sonhos
Autor: E. Chérri Filho
Página: 192
Editora: Giostri
Ano: 2015
O extraordinário amor entre um homem e uma sereia nasce e enfrenta grandes dificuldades em meio à disputa de poder no fundo dos mares, numa civilização amiga cuja existência é negada ou escondida pelos livros de História. Jeremy e Licia operam um no outro grandes transformações de pensamentos e sentimentos, em razão do que vivem, inusitado, intenso e sincero. Embarque com eles nesta viagem da qual certamente você não voltará o mesmo.
De início, é um livro bem envolvente com um mistério que o leitor anseia desvendar. Os fatos vão se desenrolando de forma rápida e ficamos cada vez mais curiosos a cerca dos próximos passos dos personagens. Porém, próximo do quinto capítulo as coisas vão desandando. Os diálogos vão se tornando forçados e os acontecimentos premeditados. tudo se desenvolve rápido demais e o leitor se perde na história.
Jeremy é um cientista que desde criança sonhou com a profundeza das águas do oceano. Ele acreditava que por lá existiriam seres místicos ainda não descobertos pela sua ciência. Após anos de estudo, conheceu Franchi, que lhe incentivou na empreitada de buscar tais seres. Com apoio dele, Jeremy parte para Marianas, onde com todo coração sentia estar a cidade dos sonhos.
Depois de meses de viagem para um local deserto no oceano, em um mergulho exploratório, o cientista está em profundidade muito alta e teme por sua vida devido a alta pressão. Quase desacordado, sente um doce toque em seus lábios. Extasiado, desmaia, e ao retornar a vida, vê-se preso em uma espécie de bolha de oxigênio junto de uma bela sereia.
É instantâneo o modo em que ambos se apaixonam ao se olhar. Desejam a companhia um do outro. A sereia Lícia salvou a vida de Jeremy, mas agora ele sabe o segredo de seu povo. Se o conselho deixá-lo voltar a terra, ele poderá contar ao mundo sua descoberta. Porém, seria uma atrocidade permitir que um humano vivesse entre os seres puro do mar. A humanidade quase aniquilou os Ariatas das profundezas, a raça humana jamais seria bem vinda naquela civilização.
Tomado de amor por Lícia, ele explica sua situação e sua dedicação a vida marinha. Comunica seu desejo de permanecer no fundo do mar com esses seres nunca antes vistos e prometer não fazer mal à uma espécie cuja líder dos Ariatas Azuis teria salvo sua vida.
Arrebatado, o conselho permite que o cientista permaneça entre eles, por ter se mostrado de bom coração e merecedor. Através de bolhas de oxigênio, ele poderia viver no fundo do mar, embora isso tivesse consequências. Assim como as sereias muito tempo longe da água, ficar longe de ferra firme poderia danificar o organismo humano.
Havia dois povos, os Ariatas Azuis (já mencionados) e os Ariatas Vermelhos, este, comandado por Zorguin, um sereia-macho egoísta que planeja comandar os sete mares, e para isso, passará por cima de qualquer espécie, até mesmo de seus conterrâneos Azuis. Ao descobrir que um humano habitava a civilização dos sonhos, engenhou um ataque à cidade e a destruiu completamente, quase exterminando os azuis.
Uma grande guerra fora traçada somente pelo ódio de Zorguin, os Azuis tinham coração puro e nunca foram treinados para a batalha, ficando a mercê dos Vermelhos. Em busca de poder, Zorguin em posse de um artefato que permite manipular a mente dos seres, dá vazão ao seu grande plano de conquistar as profundezas. E para isso, usaria de Lícia como isca. Apaixonado pela sereia, seria capaz de tudo para tê-la em seus braços.
O modo como Jeremy e Lícia se apaixonaram foi muito clichê, eles estavam juntos em tão pouco tempo e tinham a certeza de que queriam passar o resto da vida um com o outro, mesmo não sabendo nada um do outro além do nome. Os acontecimentos foram muito repentinos embora o leitor já soubesse onde tudo isso ia dar.
O livro tem uma trama interessante, mas o autor não soube escrevê-la. No início, tudo fluía bem, depois do quinto capítulo, a história foi virando uma espécie de filme da sessão da tarde. Os diálogos eram rasos e diretos demais. Não houve lembranças dos personagens enquanto se falavam. Parecia que os personagens eram obrigados a estarem ali, como se encenassem seus papéis.
A guerra foi iniciada por um motivo torpe e milhares de seres morreram por nada, e em nenhum momento os personagens pararam para refletir sobre isso. Zorguin massacrou milhares e os Ariatas Azuis ainda acreditavam na rendição dele. Era como se os Ariatas Azuis se sentissem culpados por Zorguin ter se tornado mal, sendo que era de sua própria índole. Várias foram as oportunidades que os Azuis tiveram de acabar a guerra matando o líder dos vermes Vermelhos, mas não o fizeram por se acharem puros demais. Enquanto isso, mães e filhotes eram degolados pela cavalaria incessante do cara egoísta que arranjou uma guerra por uma sereia que tinha nojo dele.
Não bastasse isso, as letras eram muito pequenas, encontrei vários erros ao longo do livro, o que impossibilitou a interpretação. Demorei cerca de um mês para concluir a leitura, eu estava praticamente me arrastando para terminar este livro. Outra coisa que me incomodou foi o fato do livro não ter marcação de páginas, que tipo de livro não tem páginas numeradas? Isso me fez ficar perdida e deixou a leitura ainda mais massante.
Apesar de possivelmente ter uma continuação, infelizmente eu não darei outra chance ao autor. Se você está procurando uma guerra inútil por trás de um romance clichê entre o desconhecido, esse é o livro. E ai, o que achou? Já leu esse livro? Se interessou? Deixe nos comentários.
Tomado de amor por Lícia, ele explica sua situação e sua dedicação a vida marinha. Comunica seu desejo de permanecer no fundo do mar com esses seres nunca antes vistos e prometer não fazer mal à uma espécie cuja líder dos Ariatas Azuis teria salvo sua vida.
Arrebatado, o conselho permite que o cientista permaneça entre eles, por ter se mostrado de bom coração e merecedor. Através de bolhas de oxigênio, ele poderia viver no fundo do mar, embora isso tivesse consequências. Assim como as sereias muito tempo longe da água, ficar longe de ferra firme poderia danificar o organismo humano.
Havia dois povos, os Ariatas Azuis (já mencionados) e os Ariatas Vermelhos, este, comandado por Zorguin, um sereia-macho egoísta que planeja comandar os sete mares, e para isso, passará por cima de qualquer espécie, até mesmo de seus conterrâneos Azuis. Ao descobrir que um humano habitava a civilização dos sonhos, engenhou um ataque à cidade e a destruiu completamente, quase exterminando os azuis.
Uma grande guerra fora traçada somente pelo ódio de Zorguin, os Azuis tinham coração puro e nunca foram treinados para a batalha, ficando a mercê dos Vermelhos. Em busca de poder, Zorguin em posse de um artefato que permite manipular a mente dos seres, dá vazão ao seu grande plano de conquistar as profundezas. E para isso, usaria de Lícia como isca. Apaixonado pela sereia, seria capaz de tudo para tê-la em seus braços.
O modo como Jeremy e Lícia se apaixonaram foi muito clichê, eles estavam juntos em tão pouco tempo e tinham a certeza de que queriam passar o resto da vida um com o outro, mesmo não sabendo nada um do outro além do nome. Os acontecimentos foram muito repentinos embora o leitor já soubesse onde tudo isso ia dar.
O livro tem uma trama interessante, mas o autor não soube escrevê-la. No início, tudo fluía bem, depois do quinto capítulo, a história foi virando uma espécie de filme da sessão da tarde. Os diálogos eram rasos e diretos demais. Não houve lembranças dos personagens enquanto se falavam. Parecia que os personagens eram obrigados a estarem ali, como se encenassem seus papéis.
A guerra foi iniciada por um motivo torpe e milhares de seres morreram por nada, e em nenhum momento os personagens pararam para refletir sobre isso. Zorguin massacrou milhares e os Ariatas Azuis ainda acreditavam na rendição dele. Era como se os Ariatas Azuis se sentissem culpados por Zorguin ter se tornado mal, sendo que era de sua própria índole. Várias foram as oportunidades que os Azuis tiveram de acabar a guerra matando o líder dos vermes Vermelhos, mas não o fizeram por se acharem puros demais. Enquanto isso, mães e filhotes eram degolados pela cavalaria incessante do cara egoísta que arranjou uma guerra por uma sereia que tinha nojo dele.
Não bastasse isso, as letras eram muito pequenas, encontrei vários erros ao longo do livro, o que impossibilitou a interpretação. Demorei cerca de um mês para concluir a leitura, eu estava praticamente me arrastando para terminar este livro. Outra coisa que me incomodou foi o fato do livro não ter marcação de páginas, que tipo de livro não tem páginas numeradas? Isso me fez ficar perdida e deixou a leitura ainda mais massante.
Apesar de possivelmente ter uma continuação, infelizmente eu não darei outra chance ao autor. Se você está procurando uma guerra inútil por trás de um romance clichê entre o desconhecido, esse é o livro. E ai, o que achou? Já leu esse livro? Se interessou? Deixe nos comentários.
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